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Sensores de pressão dos pneus serão obrigatórios na Europa

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A partir de 2012, todos os carros novos circulando na Comunidade Européia terão que dispor de um sistema de controle da pressão dos pneus. A obrigatoriedade visa reduzir a ocorrência de acidentes causados por problemas gerados pela calibragem incorreta, além de diminuir o consumo de combustível e a emissão de gases poluentes.

Pneus com a pressão abaixo da correta resistem ao rolamento, exigindo maior esforço do motor e diminuindo sua eficiência. Além disso, pneus pouco inflados são mais sujeitos a estragar ao passar por um buraco ou subir numa guia, por exemplo.

Segundo especialistas em segurança, acidentes causados por pneus podem, além dos ocupantes do carro em que eles estão instalados, gerar riscos para outros veículos e pedestres que estejam nas proximidades. Estudos mostram que pelo menos 90% dos problemas nos pneus se devem à perda de pressão que, em geral, ocorre lentamente e não é percebida pelos motoristas.

Uma pesquisa feita na Alemanha revelou que um em cada três carros circula com pneus abaixo da pressão correta. Caso todos os carros circulando na Europa passem a andar com os pneus calibrados com exatidão, será possível economizar cerca de 3,4 bilhões de euros (aproximadamente R$ 10 bilhões) por ano em combustível.

Outro problema causado por pneus com pressão abaixo do normal é o aumento nas distâncias de frenagem, efeito diretamente ligado à ocorrência de colisões e atropelamentos.

Há mais de uma maneira de monitorar a pressão dos pneus. O sistema mais simples compara a rotação das rodas do mesmo eixo usando os sensores do sistema de freios antibloqueio (ABS). O mais sofisticado e mais preciso emprega válvulas colocadas nos pneus que transmitem a pressão por rádio para o painel de instrumentos.

Fonte: http://autoestrada.uol.com.br

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Pneus – Menor no tamanho, maior nas vantagens

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Está chegando ao mercado o pneu XTZ2 275/70, um produto mais leve e de menor tamanho lançado pela Michelin para equipar exclusivamente semi-reboques.

Apesar de ser considerado um País rodoviário, que concentra uma das maiores frotas de caminhões do mundo, o Brasil tem apenas 9% de sua malha rodoviária formada por 1.744.433 quilômetros de estrada com asfalto. A idade média da frota é de quase 19 anos, enquanto a idade máxima ideal seria oito, e, para finalizar, o transporte é responsável pelo consumo de 57% do combustível, segundo dados de 2001.

É neste cenário do transporte que a Michelin saiu na frente e está disponibilizando para o mercado brasileiro pneus exclusivos para semi-reboques, cujas vantagens podem ser resumidas em menos material para sua construção, menor resistência ao piso e maior estabilidade do veículo, entre outros diferenciais, como o fato de não haver necessidade de trocar a roda do semi-reboque, porque a circunferência é a mesma.

Trata-se do pneu 275/70 R22.5 XTZ2 Série 70, um produto mais baixo e 10 quilos mais leve do que os pneus usados atualmente nos semi-reboques (295/80 R22.5), porém com a mesma capacidade de carga. Nour Bouhassoun, diretor de marketing e vendas para pneus de caminhões e ônibus da América do Sul, explica que o produto foi desenvolvido junto das transportadores de grãos do Estado do Paraná, e que a principal proposta da Michelin é oferecer um pneu exclusivo para semi-reboque, e desta forma ajudar os transportadores a reduzirem seus custos operacionais. Outro ponto é que o produto custa 10% menos que o modelo usado atualmente.

Ele acrescenta que o impacto de um pneu no consumo de combustível atinge até 33%, e que num semi-reboque de três eixos atrelado a um cavalo-mecânico, por exemplo, a cada três tanques de diesel consumidos um deles é utilizado para o veículo vencer a resistência dos pneus à rolagem. Diz também que um pneu com baixa resistência somado à manutenção correta e a ressulcagem, entre outros itens, são como soluções apresentadas pela Michelin para contribuir com o meio ambiente e também com a evolução do transporte no País.

Paulino Padilha, gerente de marketing do produto para caminhões e ônibus, acrescenta que com o lançamento de um pneu exclusivo para ser utilizado em semi-reboques a Michelin está inovando mais uma vez no Brasil. Ele compara a chegada ao mercado do 275/70 XTZ2 a outros lançamentos da empresa, como o pneu radial para veículos de carga em 1980 e o pneu sem câmara em 1990, tidos pela empresa como inovadores no mercado brasileiro.

Ainda de acordo com Paulino, os transportadores que testaram o pneu com um conceito mais baixo e mais leve aprovaram. Entre os comentários constaram que não houve mais desgaste irregular da banda de rodagem e melhorou a estabilidade do veículo e que o pneu ganha maior quilometragem na recapagem, porque recebe banda que aquece menos e com menor resistência à rodagem. “Menor no tamanho e maior nas vantagens”, finalizou. A Michelin considera a hipótese de reduzir ainda mais os pneus de semi-reboque, como já acontece em outros países, mas para isso acontecer será preciso melhorar, e muito, as estradas.

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