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Projeto na Assembléia fixa regras para recolhimento de pneus inservíveis

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Projeto na Assembléia fixa regras para recolhimento de pneus inservíveis

Projeto de lei do vice-líder do Governo no legislativo, deputado estadual Márcio Fernandes (PSDB), fixa regras para o recolhimento, armazenamento e destinação dos pneus inservíveis no Estado de Mato Grosso do Sul. Os estabelecimentos ficam obrigados a possuir locais seguros para recolhimento e armazenamento e observar as normas técnicas ambientais, de higiene, saúde e segurança pública.

Placas deverão alertar os consumidores sobre os perigos à saúde e prejuízos ao meio ambiente ocasionados pelo descarte de pneus em locais inadequados. Os locais de armazenamento deverão ser cobertos e fechados para evitar o acúmulo de água. Também deverão possuir sinalização relativa aos riscos do material, que, por natureza, é altamente inflamável.

As borracharias e outros estabelecimentos vão ficar obrigados a comunicar, a cada três meses, sobre a quantidade de material recebido, armazenado e liberado. O Estado adotará a política de incentivo de implantação de usinas de reciclagem de pneus inservíveis. Também credenciará e autorizará organizações da sociedade civil ou entidades associativas comunitárias a realizarem a coleta, armazenamento e reciclagem de materiais de borracha, observadas as regras ambientais, de saúde e de segurança.

“O descarte inadequado de pneus, que muitas vezes ficam ao relento, em locais ermos ou dentro de residências particualres, pode resultar em focos de doenças, pois acumulam água parada, onde proliferam mosquistos transmissores da dengue e outras doenças contagiosas”, justificou-se o parlamentar. Ele citou resolução do Conselho Nacional de Meio Ambiente (Conama), que obriga a coleta e destinação adequada para os pneus inservíveis.

“O material da borracha não é degradável, motivo pelo qual o seu descarte descontrolado e inadequado polui a natureza e traz prejuízos incalculáveis para o meio ambiente”, afirmou Fernandes.

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DPaschoal: 60 anos de investimento em sustentabilidade

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8/05/2009 – 10:00
DPaschoal: 60 anos de investimento em sustentabilidade

Desde 1949, a empresa tem como princípio o respeito ao meio ambiente, à comunidade em que atua e o compromisso com o desenvolvimento econômico.

Para celebrar seis décadas de atuação, a DPaschoal optou por substituir uma comemoração tradicional por diversas ações que reforçam o princípio de sustentabilidade da companhia nestes 60 anos.

Dentre as ações estão a doação de um milhão de livros infantis no Brasil; criação de 25 “oásis” em parceria com as escolas estaduais da cidade de Campinas participantes do projeto Academia Educar; a distribuição de kits educacionais do programa Economia Verde em 115 municípios onde estão as lojas DPaschoal.

Perfil da Dpaschoal – A DPaschoal, que atua no mercado automotivo desde 1949, compreende a Fundação Educar DPaschoal e as empresas Daterra, DPK, condomínio empresarial Technopark e o portal AutoZ. A receita obtida com a venda de pneus usados aos recicladores é revertida para projetos ambientais e sociais. Parte do faturamento das empresas mantém a Fundação Educar DPaschoal, que além de seus projetos atua em diversas iniciativas que promovem a melhoria da educação no país. || www.educardpaschoal.org.br e www.dpaschoal.com.br.

Programa Economia Verde – O Economia Verde é uma iniciativa da DPaschoal na divulgação de informações que colaboram na conscientização sobre consumo consciente e em dicas para maior vida útil do carro e pneus. Trata-se de várias ações com o objetivo de mostrar a transparência na prestação de serviços automotivos e a preocupação com as questões ambientais. Entre elas, o Pit Stop Verde – entrega gratuita de um kit com material educativo de hábitos adequados para a direção e cuidados com a conservação de pneus e peças que, além de gerarem economia, preservam o meio ambiente.

Fundação Educar Dpaschoal – Criada em 1989, a Fundação surgiu para gerir os investimentos em educação da DPaschoal. A missão da Fundação é promover a educação para a cidadania como estratégia de transformação social, por meio de seus três projetos: Leia Comigo! Academia Educar e Prêmio Trote da Cidadania.

Projeto Leia Comigo! – Com mais de 30 milhões de livros distribuídos em todo o Brasil, o projeto ganha força nos 60 anos do grupo DPaschoal e 20 anos da Fundação Educar. Somente durante o mês de junho, as lojas e todos os parceiros da Fundação vão distribuir 1 milhão de livros. Os títulos do Leia Comigo! estimulam iniciativas de voluntariado e o gosto pela leitura em todo o Brasil.

Projeto Oásis Educar – Há 20 anos, a Academia Educar forma líderes juvenis – protagonistas que serão capazes de transformar sua própria realidade positivamente. A escola pública é o cenário onde tudo acontece. Durante todo o mês de junho, estes jovens transformarão 25 comunidades na região metropolitana de Campinas. A capacitação destes jovens para a mobilização e a experiência do Oásis Educar somará esforços e construirá, em quatro finais de semana, sonhos comunitários (construção de praças, áreas de lazer, campos de futebol etc.) com materiais existentes no próprio local e que, muitas vezes, seriam jogados no lixo. Com a força de trabalho de todos da comunidade, amplia-se o sentimento de apropriação e preservação do bem público. Dos 86 oásis previstos para acontecer no mundo, 25 serão realizados pelos jovens da Academia Educar em Campinas e toda a comunidade envolvida.

Daterra Café – A Daterra, empresa agrícola da DPaschoal, é pioneira no cultivo de café sustentável de alta qualidade e alta escala no Brasil. Ela foi a primeira fazenda certificada pela Rainforest Alliance como produtora de um dos melhores cafés sustentáveis do mundo; é a única com o selo ISO 14001; e com a adequação ambiental através da ESALQ (Escola Superior de Agricultura “Luiz de Queiroz”). A empresa investe sistematicamente em pesquisa e tecnologia há 22 anos e exporta 99% da sua produção. A fazenda investe ainda em programas de treinamento, gerenciamento e destinação correta de resíduos; identificação dos projetos sociais na comunidade; viveiros para produção de mudas nativas do cerrado; conservação dos recursos naturais: programa de proteção à fauna com colaboradores da fazenda e tratamento de água.

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Indústria gaúcha pode importar pneus usados

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Indústria gaúcha pode importar pneus usados
28/5/2009

Em sentença de 8 de maio, o desembargador Carlos Eduardo Thompson Flores Lenz, do Tribunal Regional Federal da Quarta Região (RS), decidiu liberar a importação de pneus usados para a indústria de reforma de pneus no Brasil, reacendendo a discussão sobre o tema.

A decisão contra a União Federal e o Ibama, em agravo de instrumento, acatou o recurso impetrado pelo advogado Ricardo Alípio da Costa a favor do Instituto BS Colway e da Pneus Hauer Brasil. Até então, uma decisão do Supremo Tribunal Federal (STF) do ano passado proibia este tipo de operação.

O desembargador aceitou uma nova argumentação da empresa paranaense de pneus remoldados BS Colway, a maior do setor, que fechou suas portas em 2007, demitindo 1,2 mil empregados, por não poder importar matéria-prima. A petição propôs a importação de pneus usados em troca da exportação de pneus inservíveis, em igual quantidade, para os países desenvolvidos, que os utilizam na geração de energia alternativa e fabricação de vários produtos.

Segundo a BS Colway, depois que a Justiça reconheceu a existência de um mercado internacional no setor, foi possível derrubar o principal argumento do Ibama e do Ministério do Meio Ambiente, de que o Brasil não teria capacidade de gerenciar a destinação dos resíduos. Conforme a empresa, o próprio Ibama permite a exportação de resíduos, inclusive de pneus inservíveis destinados à fabricação de produtos e à recuperação de energia, com base na Convenção de Basiléia, da qual o Brasil é signatário.

“Embora nossa decisão seja de não reabrir a fábrica da BS Colway, em razão dos pesados prejuízos sofridos com seu fechamento, com a decisão do desembargador Flores Lenz o segmento de reforma de pneus no Brasil irá se fortalecer e gerar muitos empregos”, disse Francisco Simeão, presidente da empresa e presidente da Associação Brasileira da Indústria de Pneus Remoldados (ABIP).

Segundo o advogado Ricardo Alípio da Costa, mestre em direito ambiental e autor do recurso, a base deste é a própria tese defendida pelo Executivo federal na arguição de descumprimento de preceito fundamental (ADPF) 101. Segundo essa tese, reafirmada pelas ministras Ellen Gracie e Carmen Lúcia, do STF, os países desenvolvidos viram na exportação de pneus usados para países em desenvolvimento uma forma de se livrarem do lixo.

Para provar justamente o contrário, o advogado da BS e da Hauer realizou pesquisa in loco e descobriu que o mercado de pneus inservíveis nos Estados Unidos, Europa e Japão está em franca ascensão pelos benefícios econômicos e ecológicos da reciclagem na fabricação de tapetes, pisos esportivos, playgrounds e, em especial, como fonte alternativa de energia para a indústria. Esse fato novo abriu caminho para a troca de pneus usados, exportando-se os inservíveis coletados no Brasil e importando-se pneus usados de boa qualidade para uso como matéria-prima na indústria de reforma de pneus, o que até então nunca havia sido discutido na Justiça.

“Uma única empresa americana já está interessada em comprar pelo menos 400 contêineres mensais de pneus inservíveis gerados no Brasil”, informou Ricardo Alípio da Costa. “Nos três blocos econômicos a gestão ambiental dos pneus inservíveis atingiu a incrível marca de 90% de eliminação dentro de seus territórios, abrindo espaço para que outros países, como o Brasil, exportem pneus usados inservíveis para lá”, concluiu.

Gazeta Mercantil

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Decisão do TRF da 2ª região proíbe importação de carcaças de pneus para remoldagem

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Decisão do TRF da 2ª região proíbe importação de carcaças de pneus para remoldagem

O Ibama pode negar licenças de importação de carcaças de pneus usados. A decisão é da 6ª Turma Especializada do TRF da 2ª região, que, de forma unânime, reformou sentença de 1ª instância que havia sido favorável à empresa Autotec Recauchutagem Imp/Exp Ltda, que pretendia conseguir autorização para importar mais de seis milhões de pneus usados com a finalidade de utilizá-los como matéria-prima na fabricação de pneus remoldados.

A decisão do Tribunal se deu em resposta à apelação cível apresentada pelo Ibama, que alegou, nos autos, que a importação de carcaças de pneus é expressamente proibida pela legislação brasileira. Além disso, afirmou que a pretendida liberação de “quantidades extremas de pneus usados, sem qualquer garantia concreta de reversibilidade, exporia o patrimônio ambiental e público a risco de lesões irreparáveis“.

Por fim, sustentou que as carcaças usadas importadas não são totalmente convertidas em pneus reformados, pois “passam por prévio processo de seleção que elimina estimativamente cerca de 60% ou mais dos pneus importados, transformando imediatamente essa quantidade em resíduos a serem dispostos“.

Já a Autotec sustentou, entre outros argumentos, que “fiscalizar não significa necessariamente proibir” a importação. Além disso, alegou que o Departamento do Comércio Exterior do Ministério da Fazenda – DECEX não teria competência para emitir portarias com força de lei (A Portaria 08/91 do DECEX proibe a importação de bens de consumo usados).

Para o relator do caso no TRF da 2ª região, desembargador federal Guilherme Couto de Castro, a recusa do Ibama em autorizar a importação está amparada em normas cuja constitucionalidade é manifesta e já foi pronunciada pelo STF. “Carcaça é espécie oriunda de pneu usado e, portanto, não pode ser importada“, esclareceu o magistrado.

O relator lembrou que, em relação aos pneumáticos usados, existe a questão ambiental e, de outro lado, a questão de defesa da indústria local. “Ao vedar a importação de pneus usados, o DECEX atua no âmbito de sua competência que lhe é atribuída pela lei, com fundamento no artigo 237 da Constituição (clique aqui) – que estabelece que ‘a fiscalização e o controle sobre o comércio exterior, essenciais à defesa dos interesses fazendários nacionais, serão exercidos pelo Ministério da Fazenda’ –“. Já o Ibama – continuou – “se baseia no disposto no artigo 225 da Carta Magna (que define que todos têm direito ao meio ambiente ecologicamente equilibrado, ‘impondo-se ao poder público e à coletividade o dever de defendê-lo e preservá-lo para as presentes e futuras gerações’) e na Lei 6.938/81 (que dispõe sobre a Política Nacional do Meio Ambiente)”, explicou.

  • Confira abaixo o inteiro teor da decisão :

Favor confirmar o recebimento desse e-mail.
Sds.

Ricardo Valente
OAB-CE 6433
Valente & Gomes Assessoria Jurídica Empresarial e Advogados Associados
ricardovalente@valenteegomes.com.br
www.valenteegomes.com.br

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Inadimplência é problema para indústria

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Valor Online

12/05/2009 08:53

SÃO PAULO – A falta de demanda e a inadimplência de clientes passaram a integrar o grupo dos principais problemas apontados por industriais paulistas atualmente. A Sondagem Industrial do primeiro trimestre feita pela Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp) mostra que 63,7% dos empresários consultados apontavam a falta de demanda como um problema.

No quarto trimestre de 2008, essa fatia foi de 54%. Um ano antes, a demanda fraca foi citada por apenas 22,5% dos entrevistados. A questão só perdeu nesta última edição para a carga tributária, tema recorrente entre os empresários, que voltou a ser citado por 67,9% da amostra.

Em seguida, aparecem a competição acirrada de mercado (44,2%) e a taxa de juros elevada. Sobre esse último problema, aliás, diminuiu o percentual de respondentes em relação ao último trimestre de 2008, quando 33,6% reclamavam dos juros. Agora, 26,8% dos empresários ainda apontam o custo do dinheiro como problema.

A inadimplência de clientes, que no primeiro trimestre do ano passado era citada por 7,6% dos industriais, é mencionada agora por 23,7% dos entrevistados. É o quinto maior problema enfrentado e vem progredindo rapidamente, pois, no trimestre final de 2008, essa questão era citada por 14,6% do total.

O estudo releva ainda que piorou a avaliação dos empresários em relação às condições de acesso a crédito. O índice que mede esse quesito ficou em 29,5 pontos na última pesquisa, em uma escala de 0 a 100, em que números inferiores a 50 pontos são negativos e pontuações acima disso mostram avaliação positiva. No trimestre imediatamente anterior, essa questão havia registrado 30,4 pontos sendo que, no primeiro trimestre de 2008, o assunto estava praticamente em equilíbrio, em 49,7 pontos.

O problema é maior entre as médias empresas, grupo em que o assunto ficou em 27,8 pontos, não só pior do que o desempenho do quarto trimestre (28 pontos), mas também mais negativo do que o sinal apontado entre grandes (28,9 pontos) e pequenas (32,2 pontos) na sondagem mais recente.

(Bianca Ribeiro | Valor Online)

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Projeto na Assembléia fixa regras para recolhimento de pneus inservíveis

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Projeto na Assembléia fixa regras para recolhimento de pneus inservíveis

Projeto de lei do vice-líder do Governo no legislativo, deputado estadual Márcio Fernandes (PSDB), fixa regras para o recolhimento, armazenamento e destinação dos pneus inservíveis no Estado de Mato Grosso do Sul. Os estabelecimentos ficam obrigados a possuir locais seguros para recolhimento e armazenamento e observar as normas técnicas ambientais, de higiene, saúde e segurança pública.

Placas deverão alertar os consumidores sobre os perigos à saúde e prejuízos ao meio ambiente ocasionados pelo descarte de pneus em locais inadequados. Os locais de armazenamento deverão ser cobertos e fechados para evitar o acúmulo de água. Também deverão possuir sinalização relativa aos riscos do material, que, por natureza, é altamente inflamável.

As borracharias e outros estabelecimentos vão ficar obrigados a comunicar, a cada três meses, sobre a quantidade de material recebido, armazenado e liberado. O Estado adotará a política de incentivo de implantação de usinas de reciclagem de pneus inservíveis. Também credenciará e autorizará organizações da sociedade civil ou entidades associativas comunitárias a realizarem a coleta, armazenamento e reciclagem de materiais de borracha, observadas as regras ambientais, de saúde e de segurança.

“O descarte inadequado de pneus, que muitas vezes ficam ao relento, em locais ermos ou dentro de residências particualres, pode resultar em focos de doenças, pois acumulam água parada, onde proliferam mosquistos transmissores da dengue e outras doenças contagiosas”, justificou-se o parlamentar. Ele citou resolução do Conselho Nacional de Meio Ambiente (Conama), que obriga a coleta e destinação adequada para os pneus inservíveis.

“O material da borracha não é degradável, motivo pelo qual o seu descarte descontrolado e inadequado polui a natureza e traz prejuízos incalculáveis para o meio ambiente”, afirmou Fernandes.

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Ibama pode restringir importação de pneus para remoldagem, decide TRF-2

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PROIBIDO POR LEI
Ibama pode restringir importação de pneus para remoldagem, decide TRF-2

Da Redação – 17/05/2009

A 6ª Turma Especializada do TRF-2 (Tribunal Regional Federal da 2ª Região) determinou que o Ibama (Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e Recursos Naturais Renovaveis) pode negar licenças de importação de carcaças de pneus usados. A decisão reformou a sentença de 1ª instância que havia sido favorável a empresa Autotec Recauchutagem, que pretendia conseguir autorização para importar mais de seis milhões de pneus usadas para utilizá-los como matéria-prima na fabricação de pneus remoldados.

O Ibama recorreu a primeira decisão alegando, nos autos, que a importação de carcaças de pneus é expressamente proibida pela legislação brasileira. O Instituto afirmou que a pretendida liberação de “quantidades extremas de pneus usados, sem qualquer garantia concreta de reversibilidade, exporia o patrimônio ambiental e público a risco de lesões irreparáveis”.

De acordo com o relato, o órgão ambiental ainda sustentou que as carcaças importadas não são totalmente convertidas em pneus reformados, pois “passam por prévio processo de seleção que elimina estimativamente cerca de 60% ou mais dos pneus importados, transformando imediatamente essa quantidade em resíduos a serem dispostos”.

Em contrapartida, a Autotec defendeu a fiscalização, que “não significa necessariamente proibir” a importação. Além disso, alegou que o DECEX (Departamento do Comercio Exterior) do Ministério da Fazenda não teria competência para emitir portarias com força de lei (a Portaria 08/91 do DECEX proíbe a importação de bens de consumo usados).

Entretanto, para o relator do caso, desembargador federal Guilherme Couto de Castro, a recusa do Ibama mostra-se pertinente e está fundamentada em normas cuja constitucionalidade é manifesta e já foi pronunciada pelo STF (Supremo Tribunal Federal). “Carcaça é espécie oriunda de pneu usado e, portanto, não pode ser importada”, esclareceu o magistrado.

Segundo Couto, “o DECEX atua no âmbito de sua competência atribuída por lei, baseada no artigo 237 da Constituição que estabelece que ‘a fiscalização e o controle sobre o comércio exterior, essenciais à defesa dos interesses fazendários nacionais, serão exercidos pelo Ministério da Fazenda’”.

E o Ibama, continuou, “se baseia no disposto no artigo 225 da Carta Magna que define que todos têm direito ao meio ambiente ecologicamente equilibrado, ‘impondo-se ao poder público e à coletividade o dever de defendê-lo e preservá-lo para as presentes e futuras gerações’”. O desembargador ainda finalizou, citando a Lei 6.938/81 “que dispõe sobre a Política Nacional do Meio Ambiente”.

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Goodyear eleita 1ª lugar entre fabricantes de pneus

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Goodyear eleita 1ª lugar entre fabricantes de pneus

Em março, foi anunciado o ranking das companhias mais admiradas do mundo, preparado anualmente pela revista norte-americana Fortune. Mais uma vez, a Goodyear foi reconhecida como um dos destaques, ocupando a 1ª colocação entre fabricantes de pneus e 2ª colocação na categoria de Peças e Componentes para Veículos.

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A Goodyear foi considerada a melhor empresa da sua categoria em Responsabilidade Social e Uso dos Ativos Corporativos, obtendo a segunda colocação em Inovação, Qualidade do Produto e Competitividade Global.

“Como este é um reconhecimento global, todos nós devemos ficar orgulhosos do bom posicionamento, aumentado nosso nível de exigência para 2009 em relação a casa um dos nove aspectos avaliados.”, disse Robert J. Keegan, presidente mundial da Goodyear. “O primeiro lugar obtido nas categorias Uso de Ativos Corporativos e Responsabilidade Social, além do segundo posto em Inovação, Qualidade de Produtos e Serviço e Competitividade Global, encaixam-se em nossa estratégia para emergir deste período de crise equilibrados para os sucessos futuros”, completou.

No final de abril, mais importante reconhecimento foi anunciado: a liderança da Goodyear, pelo segundo ano seguido, na lista das empresas mais respeitadas do setor automotivo, preparada pele Reputation Institute e pela revista Forbes.

Essa lista é feita com base numa pesquisa que mede o respeito, a confiança, a estima, a admiração e os bons sentimentos que os consumidores mantêm pelas maiores companhias do mundo. A pontuação segue as sete dimensões da reputação estabelecidas pelo Instituto: produtos/serviços, inovação, ambiente de trabalho, postura cidadã, governança, liderança e desempenho.

Da redação
18.05.2009 – 09:32:11

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Caloi lança projeto de reciclagem de pneus e transforma a bicicleta em um produto 100% reciclável

12/05/2009 – 11:01
Projeto inédito no mercado de bicicletas, em parceria com o Instituto Via Viva, recicla pneus inservíveis de bicicletas, preserva o meio ambiente e ajuda na inserção de pessoas com deficiência no mercado de trabalho.

A bicicleta agora é um veículo de transporte 100% reciclável no Brasil. A Caloi, empresa líder na fabricação de bikes no País, acaba de lançar um projeto para a reciclagem de pneus de bicicletas.

Essa iniciativa tem o apoio do Instituto Via Viva, que tem como objetivo preservar a vida, promovendo o desenvolvimento profissional e a geração de renda para pessoas com deficiência. Além disso, o projeto contribui para o meio ambiente, uma vez que a bicicleta é um meio de transporte que não emite gás carbônico na atmosfera.

Segundo Juliana Grossi, diretora de marketing da Caloi, os problemas com o futuro do planeta nunca estiveram tão em evidência e a bicicleta está cada vez mais ganhando o seu espaço e aumentando o seu compromisso com a sociedade. “Nós sempre buscamos fazer uma bicicleta 100% reciclável e hoje conseguimos grandes feitos com esse projeto, como incentivar a prática do esporte, dar uma alternativa de meio de transporte e ainda colaborar com a inserção de pessoas com deficiências no mercado de trabalho”, explica a executiva.

Os pneus inservíveis podem ser depositados nos coletores, já instalados em cinco bikes shops de São Paulo. Por meio de materiais no ponto de venda a Caloi incentiva os consumidores a entregarem os pneus inservíveis, ganhando um selo “verde” para sua bike e assim contribuindo para o movimento de reciclagem. Outros pontos de coleta para captar esses pneus também foram instalados nas fábricas da Caloi, em Atibaia e Manaus.

O projeto funciona por meio da parceria com empresas de logística: Expresso Itatiba, Itatibense Transportes e Logística, Gean Transportes e Rekarga Transportes. Essas empresas encaminham, após a coleta, os pneus de bicicleta arrecadados aos Ecopontos Via Viva®, onde pessoas com deficiência mental e/ ou física, assim como pessoas em situação de risco social, capacitadas profissionalmente pela AVAPE, fazem a triagem do resíduo. O material é armazenado temporariamente e enviado ao centro de reciclagem, onde é transformado em chips de borracha (pequenos pedacinhos de borracha), que são utilizados em vários produtos, como o Concreto DI®, por exemplo.

Os pontos de coleta estão localizados nas seguintes bikes shops: – Ciclo Ravena (Rua Diogo Jacome, 690 – Vila Nova Conceição) | – Blue Bike (Av. Diógenes Ribeiro de Lima, 3.040 – Alto da Lapa) | – Bike North (Rua Conselheiro Moreira de Barros, 596 – Santana) | – Bike North (Av. Lins de Vasconcelos, 2.304 – Vila Mariana) |– Bike North (Rua Maria Cândida, 776 – Vila Guilherme).

A parceria entre a Caloi e o Instituto Via Viva foi concebida e intermediada pela agência de propaganda e marketing FabraQuinteiro, que há três anos trabalha com a Caloi. E também foi responsável pelas peças de comunicação da campanha. | www.caloi.com

Instituto Via Viva – Fundado em 2004 por uma equipe multidisciplinar, é uma ONG que desenvolve tecnologias inovadoras para a sustentabilidade, assim como programas socioambientais que visam promover a proteção do meio ambiente e a geração de trabalho e renda para pessoas com deficiência ou em situação de vulnerabilidade social.

AVAPE – Fundada em 1982, é uma instituição filantrópica beneficente de assistência social que atua no atendimento de pessoas com todos os tipos de deficiência, em um trabalho completo que, além do lado clínico, envolve o desenvolvimento das condições necessárias para a reabilitação e capacitação profissional.

Perfil da Caloi – A Caloi é uma empresa brasileira com 110 anos, líder de mercado, responsável pela comercialização de mais de 700 mil bicicletas por ano. Possui duas unidades fabris, uma em Atibaia, SP, e outra em Manaus, AM. Gera 600 empregos diretos e mais 400 temporários, na alta estação. A Caloi estimula e apoia crianças e adultos na busca de uma vida saudável por meio da atividade física.

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Vipal fecha parceria com a fate e entra para o mercado de pneus

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12/05/2009 – 12:18

Reconhecida como uma das mais importantes indústrias de produtos para reforma e reparo de pneus e câmaras de ar do mundo, companhia distribuirá no Brasil pneus da líder do mercado argentino.

Pioneira na tecnologia de vulcanização a frio no Brasil, a Vipal, uma das principias marcas mundiais de produtos para reforma de pneus, irá atuar também no mercado de pneus novos.

A partir de um acordo com a marca Fate será distribuidora dos pneus argentinos no Brasil. Principal produtora e exportadora de pneus da Argentina, a empresa reúne 1600 colaboradores em sua planta em San Fernando, provincia de Buenos Aires, onde produz pneus para automóveis, caminhonetes, ônibus, caminhões, tratores, entre outros veículos. Desde 1970 a Fate fornece pneus para as principais montadoras de automóveis e caminhões do mundo.

A parceria prevê a comercialização no país da linha completa da Fate: passeio, carga e agrícola.

Com a utilização da rede de distribuição da Vipal, juntas as marcas serão responsáveis por uma ampla rede de comercialização de pneus do Mercosul.

Garantia estendida e exclusiva: Quando reformados com Vipal, os pneus Fate passam a contar com a Reforma Qualificada e Garantida (RQG). E mais, a Vipal , especialista em reforma e conhecedora da performance das diversas marcas de pneus em todas as suas “vidas”, avaliza o pneu Fate através de uma garantia exclusiva e diferenciada, com valor de reposição do pneu reformado 20% superior ao oferecido às demais marcas de pneu. Trata-se do “RQG +20”.

O Sistema RQG consiste em um compromisso desenvolvido em parceria com sua rede composta por mais de 230 Reformadores Autorizados espalhados por todo o Brasil e outros 54 em 14 países da América Latina. “Graças à condição técnica diferenciada dos nossos Reformadores Autorizados, asseguramos a reposição imediata em caso de falha de produto ou de processo, tanto para reformas a frio ou a quente, cobrindo a maioria dos pneus radiais e convencionais disponíveis no mercado. Garantimos não somente a reforma, mas também a carcaça. No caso da garantia da reforma dos pneus Fate , o valor da reposição ficou 20% maior ”, explica João Carlos Paludo, Presidente da Borrachas Vipal.

“Através dessa parceria com a FATE , passamos a oferecer aos transportadores brasileiros uma solução completa em termos de pneus, dos produtos para consertos de pneus até as soluções para reforma, passando pela oferta do pneu novo”, afirma João Carlos.

A oferta integrada da solução “pneu novo Fate” com a “reforma Vipal” vai contar com o suporte técnico às frotas da equipe Vipal e de sua Rede de Reformadores Autorizados.

A Vipal disponibilizou o 0800-7070-234 para atendimento relativo aos pneus Fate.

Perfil da Vipal – A Borrachas Vipal tornou-se referência não só em seu segmento, mas do setor produtivo por conta da qualidade dos seus produtos, ética nos processos de gestão e esforços em prol da sociedade e do meio ambiente. É pioneira na tecnologia de vulcanização a frio no Brasil, possui unidades fabris em Nova Prata (RS), mais de 3.600 colaboradores, exporta para todos os continentes e conta com centros de distribuição localizados nos principais estados brasileiros, países da América do Sul, América do Norte e Europa. Recentemente inaugurou a sua primeira fábrica fora do sul do país, em Feira de Santana (BA).

Com base nos mais modernos conceitos e técnicas de desenvolvimento sustentável, gestão ética e responsável e investimentos em projetos sociais e do meio ambiente, a Vipal recebeu as principais certificações, prêmios e homenagens pelo exercício da qualidade em todas as áreas que envolvem a empresa.

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