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Archive for fevereiro, 2009

Bridgestone tem nova identidade corporativa

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Empresa recebe novo nome institucional:Bridgestone do Brasil

Padronizar a identidade mundial do Grupo Bridgestone e fortalecer o nome institucional da empresa, diferenciando-o das suas marcas de produtos. Estes são os principais objetivos da mudança anunciada pela empresa em 1º de janeiro de 2009 pelo chairman e CEO da Bridgestone América Holding, Mark Emkes.

A empresa passou a ter no nome Bridgestone a sua denominação única institucional. “Vamos renomear as nossas empresas, de uma forma que defina claramente a Bridgestone Américas e suas subsidiárias como membros do Grupo Mundial Bridgestone”, afirmou Emkes.

Segundo o chairman e CEO, a mudança tem como objetivo também eliminar as dúvidas dos consumidores quanto ao nome da companhia e de suas marcas de produtos. “Essa mudança irá eliminar confusões no mercado e nos ajudar a esclarecer e reforçar a nossa identidade corporativa como Bridgestone, enquanto continuamos trabalhando para definir claramente os diferentes atributos de nossas marcas de produtos: Bridgestone, Firestone e demais associadas”, revela.

Com a mudança, no Brasil a companhia passa a se chamar Bridgestone do Brasil. Entretanto, apesar da alteração do nome institucional, nada mudará no que diz respeito aos produtos produzidos e comercializados pela empresa. Quanto ao posicionamento das marcas e seus produtos tudo continua como está: a Bridgestone segue sendo uma marca premium, sempre associada à tecnologia, inovação e sofisticação, enquanto a marca Firestone mantém o conceito de tradição, qualidade e segurança.

O presidente da Bridgestone do Brasil, Humberto Gómez, vê como positiva a mudança e acredita que ela irá fortalecer também a percepção do consumidor de uma empresa global.
“Com a mudança, iremos consolidar no mercado uma imagem global e padrão que demonstrará aos nossos clientes um consistente modelo de negócio, independentemente da região geográfica. Acreditamos que esta alteração do nome é uma oportunidade adicional para distinguir os diferentes posicionamentos das marcas e de criar uma única identidade corporativa em todas as Américas”, conclui.

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JUROS EM QUEDA ACELERADA AO REDOR DO MUNDO

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Na tentativa de amenizar os impactos da crise internacional sobre suas economias, há um movimento generalizado dos bancos centrais ao redor do globo na direção de um afrouxamento da política monetária. Mais do que isso, diversos bancos centrais têm surpreendido os mercados com cortes de juros maiores do que o esperado.

O caso do banco central do Chile, que nesta semana reduziu a taxa de juros em 250 pontos, muito acima da expectativa de um corte de 100 pontos, é um bom exemplo deste movimento. Assim como o Brasil, o Chile foi retardatário no início do ciclo de flexibilização da política monetária, tendo começado a reduzir os juros somente em janeiro deste ano, com um corte de 100 pontos.

A taxa de juros no Chile caiu de 8,25% em dezembro para 4,75% nesta semana e as expectativas apontam para nova queda importante em março. Claramente, o banco central chileno optou por um ciclo de cortes acelerado, temeroso dos impactos da significativa deterioração da atividade econômica global e das incertezas com relação à solução da crise dos mercados financeiros.

A inflação chilena, que beirou os 10% no último trimestre do ano passado, vem recuando rapidamente, mas ainda se encontra em 6,3%, muito acima da meta de longo prazo de 3% ao ano e até mesmo do teto da banda, que é 4%. Mas tanto o banco central quanto o mercado esperam uma rápida convergência da inflação para meta, reflexo do enfraquecimento da atividade econômica.

A dinâmica da economia brasileira é diferente da chilena e o componente inercial da nossa inflação é mais relevante, o que não permite traçarmos paralelos muito diretos entre o comportamento das duas economias. No entanto, é fato que a análise do que vem acontecendo ao redor do mundo é relevante para tentarmos prever o rumo dos acontecimentos na economia local.

Nossas projeções apontam para um novo corte de 100 pontos na Selic na próxima reunião do Copom, mas com o mundo inteiro em processo de profunda desaceleração e os bancos centrais em franca tentativa de estimular a economia com cortes de juros mais acelerados, uma decisão por um corte mais acentuado não nos surpreenderia.

Maristella Ansanelli
Flávio Mendes

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Pirelli e Bridgestone dão ferias coletivas

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5 de Fevereiro de 2009

Em resposta à crise financeira mundial e em consequência da queda na demanda do setor automotivo, a Pirelli Pneus informou ontem ao Sindicato dos Borracheiros da Grande São Paulo que vai conceder férias coletivas a 2.500 funcionários da unidade de Santo André, no ABC paulista. “Esta foi uma das alternativas que a empresa encontrou para não mandar os funcionários embora. A questão é que a produção está alta e os estoques também, então é uma questão de ajuste”, afirma Gilberto Rodrigues Cardoso, diretor do Sindicato dos Borracheiros da Grande São Paulo. Apreensão. De acordo com o sindicato, dos 2.500 funcionários que entrarão em férias, 1.800 atuam na fábrica e o restante no setor administrativo. As férias coletivas terão início em 19 de fevereiro e terminam em 6 de março de 2009. “Esperamos que ao final destas férias as coisas se normalizem e que não ocorram novas demissões”, avalia Cardoso. A Pirelli Pneus informou, por meio de comunicado, que irá concentrar as férias coletivas das principais fábricas no Carnaval e que os empregados retornarão às atividades após este período. Ainda segundo a empresa, não há programa de demissões em suas unidades no País. No final de 2008, a empresa já havia anunciado férias coletivas, os funcionários retornaram em 3 de janeiro. Na Bahia, as empresas que compõem o pólo baiano de pneus – Pirelli, Continental e Bridgestone – evitam se pronunciar sobre os efeitos da crise, mas, desde que voltaram no mês passado das férias coletivas, os trabalhadores do setor estão apreensivos com a possibilidade de demissão. A insegurança vem principalmente da retração do mercado automotivo e da queda das exportações. As vendas externas das indústrias de pneumáticos, segundo o Promo – Centro Internacional de Negócios da Bahia-, caíram 7,5% no ano passado, com agravamento no último trimestre e sinalização de piora este ano. As unidades instaladas na Bahia produzem diariamente cerca de 36 mil pneus. Deste total, mais de 50% são destinados à montagem de automóveis. A outra metade abastece os mercados externo e de reposição. Pelo menos 3,2 mil pessoas trabalham nas unidades baianas da Bridgestone, Pirelli e Continental. O presidente do Sindicato dos Trabalhadores da Indústria de Borracha de Camaçari e Simões Filho, Clodoaldo Gomes, diz que nem mesmo o acordo coletivo que veda demissões no período pós – férias coletivas traz alívio aos trabalhadores. “É um período de incerteza, que afeta toda a cadeia automotiva”, diz Gomes. Já o presidente do Sindicato dos Trabalhadores da Indústria de Pneumáticos da Bahia (Sindiborracha), Genésio Bispo, afirma que 20 de um total de 1,3 mil trabalhadores da Pirelli, em Feira de Santana, foram demitidos no mês passado, depois das férias coletivas. De acordo com Bispo, a Pirelli teria informado que as demissões foram por conta da crise. ” E como a gente estava em férias coletivas, não houve nem mesmo a possibilidade de que o sindicato contestasse esta situação”, lamenta o sindicalista. Queda nas exportações. Para o economista Arhur Souza Cruz, gerente de estudos e informações do Promo, com a queda das exportações, a tendência é que seja diminuída a produção de pneus. “O dólar ainda está muito volátil, há escassez de crédito e uma redução cada vez maior dos pedidos. Pneus não fogem à regra da crise. É um setor que está atrelado à indústria automotiva”, comenta. Segundo ele, o faturamento do setor pneumático sofreria um impacto ainda maior se não fosse o aumento de preço do produto para incrementar a receita. Ajustes na produção. A Bridgestone do Brasil informou ontem que vai dar férias coletivas para os funcionários do setor de produção das fábricas de Santo André, no ABC paulista, e de Camaçari (BA) por 16 dias , no período de 9 a 25 de fevereiro. Essa é a primeira medida emergencial adotada pela empresa no País. No final do ano passado, a fabricante de pneus reduziu sua produção com as tradicionais férias coletivas. A decisão da empresa de conceder férias coletivas aos seus empregados, segundo o departamento de relações corporativas da companhia, é para ajustar os estoques de pneus de caminhões, que tiveram queda de vendas em janeiro de 24,4%. Segundo a Bridgestone, caso o cenário do setor automotivo não se reverta, a empresa irá buscar outras alternativas junto com o Sindicato dos Metalúrgicos. Para ajustar a produção à atual demanda do mercado e reduzir o volume de estoques, a Bridgestone reduziu um dia de produção nas suas fábricas, eliminando as atividades aos domingos. Atualmente a empresa produz 33 mil pneus por dia. (Gazeta Mercantil/Caderno C – Pág. 4)(Déborah Costa, Sonia Moraes e José Pacheco Maia Filho)

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Sobre a Bridgestone

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A Bridgestone, com sede em Tóquio (Japão), é a maior fabricante mundial de pneus, com vendas de US$ 29,7 bilhões em 2007. Emprega 134 mil funcionários no mundo e mantém operações em 26 países, com 182 fábricas, das quais 76 são fábricas de pneus e processos relacionados, 20 fábricas de matérias-primas e 86 fábricas de produtos diversos (autopeças, semicondutores, equipamentos para golf e tênis, bicicletas). No Brasil, a empresa gera 3.600 empregos diretos e produz pneus para todos os segmentos em suas fábricas de Santo André (SP) e de Camaçari (BA), que juntas atingem uma capacidade para produzir mais de 43 mil pneus/dia. Em 2007, faturou US$ 1 bilhão. Entre 2000 e 2007, a empresa investiu cerca de US$ 460 milhões para a expansão da sua produção e implantação de novos produtos e tecnologias, além da modernização de mais de 500 pontos de vendas distribuídos pelo país.

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Bridgestone “run flat” equipa Toyota RAV4

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A Bridgestone, maior fabricante mundial de pneus e artefatos de borracha, fornecerá o pneu Bridgestone Dueler H/L 400™ com tecnologia “run flat” para a versão esportiva do Toyota RAV4 2009, na medida P235/55R18 99H. Trata-se da primeira aplicação dessa tecnologia no SUV da Toyota.

Com paredes laterais reforçadas para apoiar o veículo em caso de perda de pressão de ar e com uma estrutura altamente reforçada, o Dueler H/L 400 RFT foi projetado especificamente para complementar as características de dirigibilidade do novo Toyota.

A tecnologia Run Flat permite que um veículo rode por mais 80 quilômetros, mesmo com o pneu furado, a uma velocidade de 80 km/hora, sem necessidade de troca do pneu e sem o risco de avarias à roda ou à suspensão. Um diferencial dessa tecnologia em relação às concorrentes é que ela não requer rodas especiais para a sua instalação.

Além disso, os pneus Run Flat vazios eliminam a necessidade de estepe, o que pode reduzir o peso do veículo e poupar combustível, além de diminuir o consumo de borracha. A nova versão esportiva do utilitário RAV4 não possui o estepe afixado à porta traseira como seus antecessores.

Atualmente, 15 outros veículos Toyota vêm de série com os pneus Bridgestone e/ou Firestone, inclusive o Avalon, Camry, Camry Solara, Corolla, 4Runner, FJ Cruiser, Highlander, Land Cruiser, Matrix, Prius, Sequoia, Sienna, Tacoma, Tundra e Yaris.

Em junho de 2008, a Bridgestone registrou a comercialização de 10 milhões de pneus Run Flat desde o início da sua produção, em 1987.

INFORMAÇÕES ADICIONAIS SOBRE A TECNOLOGIA RUNFLAT

Tecnologia Run Flat é destaque da Bridgestone no Brasil e no mundo

Mais do que uma tendência, o Run Flat Tire (RFT), tecnologia de ponta desenvolvida pela Bridgestone, já é aplicada em diversos veículos em todo o mundo, inclusive o Brasil Na verdade, desde 1980, a empresa vem testando este tipo de tecnologia, chegando a utilizá-la em verdadeiras lendas da indústria automobilística, como o Corvette Calloway, o Porsche 959 e o BMW Z8. Atualmente, o Run Flat tem sido adotado como equipamento original de modelos BMW, Lexus, Toyota, Nissan, Daihatsu e outros.

Tecnologia Run Flat Tire Bridgestone

A tecnologia Run Flat Tire (RFT) da Bridgestone é aparentemente simples. Com a utilização de um reforço de composto especial de borracha aplicado nas paredes do pneu, o sistema tem a capacidade de suportar o peso do veículo e todas as torções geradas pela dinâmica da roda Porém, para se chegar a este resultado, foram necessárias muitas horas de pesquisa nos laboratórios e pistas de teste da Bridgestone, no Japão.

Com a tecnologia, mesmo com o pneu furado, ela permite que um veículo rode por mais 80 quilômetros a uma velocidade de 80 km/hora, sem necessidade de troca do pneu e sem o risco de avarias à roda ou à suspensão. Um diferencial dessa tecnologia em relação às concorrentes é que ela não requer rodas especiais para a sua instalação.

Para desenvolver a tecnologia Run Flat Tire (RFT), a Bridgestone focalizou na rigidez e resistência ao calor do pneu, possibilitando a sustentação do peso do veículo rodando com o pneu totalmente vazio. Isto foi conseguido com a utilização de uma parede construída com um composto de borracha reforçado, além de um talão mais largo e reforçado que garante um ajustamento seguro do pneu ao aro da roda, mesmo quando a pressão for zero. Um dado importante é que o talão não sofreu qualquer tipo de alteração que impeça seu ajuste a qualquer tipo de aro, permitindo o uso do pneu RFT em todos os tipos de roda, ao contrário de sistemas desenvolvidos por alguns concorrentes que necessitam de rodas especiais.

A única exigência da Bridgestone é que todos os veículos sejam equipados com sensores e equipamentos de monitoramento de pressão. Desta forma, o motorista será avisado quando o pneu estiver furado ou com baixa pressão, algo que às vezes se torna imperceptível devido à excelente performance obtida com o RFT, mesmo rodando sem ar. O uso de tecnologia Run Flat é uma tendência que indubitavelmente crescerá nos próximos anos. Para as montadoras, a eliminação do estepe oferece uma liberdade adicional no desenho dos automóveis e possibilita que elas ofereçam ao usuário final veículos com mais espaço útil.

Para os motoristas, o maior benefício é a segurança. Se um veículo em movimento sofre uma rápida perda de pressão, o RFT permite ao motorista manter o controle e evitar danos potenciais. Além disso, o RFT permite que a viagem prossiga, evitando o risco cada vez maior de ter de parar na estrada para a troca de um pneu. Mantendo-se dentro dos limites de distância e velocidade especificados (80km de distância a 80km/hora), será tranqüilamente possível chegar com segurança a um posto de assistência. Na verdade, com o RFT a Bridgestone oferece quatro estepes, e não apenas um.

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AREBOP divulga balanço de 2008

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J Quest 2A AREBOP (Associação Nacional das Empresas de Reciclagem de Pneus e Artefatos de Borrachas) encerra o ano com as mesmas 20 empresas associadas, porém com 26 unidades instaladas e 1 móvel, que geram mais de 710 empregos diretos e em torno de seis mil empregos indiretos em todo o País. Nos últimos sete anos foram investidos R$ 49 milhões no setor de reciclagem, que tem capacidade de destinação de pneus inservíveis acima de 300.000 toneladas.

Para 2009 as expectativas são dar continuidade aos contatos já iniciado no final de 2.008 com o INMETRO para certificar o processo de recilagem; e atingir 25 empresas associadas, que contarão com mais de 30 unidades.

Com o atual número de empresas associadas e as unidades que iniciarão suas atividades no 1º semestre, a capacidade de destinação de pneus inservíveis deve ultrapassar de 350.000 toneladas/ano.  Com esse novo panorama estima-se que serão gerados novos empregos diretos e indiretos em todo o País e, por conseqüência, a conscientização sobre a reciclagem de pneus e artefatos de borrachas.

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Novas medidas de banda de rodagem

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A Vipal acaba de colocar no mercado a medida 260mm de largura de base com 18mm de íncavo. Trata-se da DV-UM, também disponível nas medidas 205-215-225-235-245 mm de largura. Especial para uso urbano, o produto foi desenvolvida para suportar severas condições do transporte de passageiros nas grandes cidades. A empresa acrescenta que o lançamento possui tração adequada com baixa resistência ao rolamento. Ombros sólidos e íncavos protegidos são a garantia da integridade da carcaça.

A empresa divulga que possui uma ampla linha de desenhos exclusivos para atender às necessidades específicas de transportadores e frotistas. Além disso,  é pioneira na tecnologia de vulcanização a frio no Brasil, possui unidades fabris em Nova Prata/RS, mais de 3.000 colaboradores, exporta para todos os continentes e conta com centros de distribuição localizados nos principais Estados brasileiros, países da América do Sul, América do Norte e Europa. Este ano, a empresa iniciou as operações da sua primeira fábrica fora do Rio Grande do Sul, em Feira de Santana/BA.

Fonte: http://www.ocarreteiro.com.br

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Sensores de pressão dos pneus serão obrigatórios na Europa

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A partir de 2012, todos os carros novos circulando na Comunidade Européia terão que dispor de um sistema de controle da pressão dos pneus. A obrigatoriedade visa reduzir a ocorrência de acidentes causados por problemas gerados pela calibragem incorreta, além de diminuir o consumo de combustível e a emissão de gases poluentes.

Pneus com a pressão abaixo da correta resistem ao rolamento, exigindo maior esforço do motor e diminuindo sua eficiência. Além disso, pneus pouco inflados são mais sujeitos a estragar ao passar por um buraco ou subir numa guia, por exemplo.

Segundo especialistas em segurança, acidentes causados por pneus podem, além dos ocupantes do carro em que eles estão instalados, gerar riscos para outros veículos e pedestres que estejam nas proximidades. Estudos mostram que pelo menos 90% dos problemas nos pneus se devem à perda de pressão que, em geral, ocorre lentamente e não é percebida pelos motoristas.

Uma pesquisa feita na Alemanha revelou que um em cada três carros circula com pneus abaixo da pressão correta. Caso todos os carros circulando na Europa passem a andar com os pneus calibrados com exatidão, será possível economizar cerca de 3,4 bilhões de euros (aproximadamente R$ 10 bilhões) por ano em combustível.

Outro problema causado por pneus com pressão abaixo do normal é o aumento nas distâncias de frenagem, efeito diretamente ligado à ocorrência de colisões e atropelamentos.

Há mais de uma maneira de monitorar a pressão dos pneus. O sistema mais simples compara a rotação das rodas do mesmo eixo usando os sensores do sistema de freios antibloqueio (ABS). O mais sofisticado e mais preciso emprega válvulas colocadas nos pneus que transmitem a pressão por rádio para o painel de instrumentos.

Fonte: http://autoestrada.uol.com.br

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Produção de veículos cresce 92,7% no mês em janeiro, mostra Anfavea

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SÃO PAULO – As montadoras instaladas no país encerraram janeiro de 2009 com a produção total de 186.124 veículos. O número representa alta de 92,7% frente às 96.586 unidades fabricadas em dezembro de 2008.

Dados da Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores (Anfavea) divulgados há pouco mostra que foram fabricados 175.902 automóveis e comerciais leves, 7.566 caminhões e 2.656 ônibus no primeiro mês deste ano.

Na comparação com janeiro de 2008, quando a marca foi de 255.228 unidades, houve queda de 27,1% na produção.

Fonte: Bianca Ribeiro | Valor Online

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Pneus – Menor no tamanho, maior nas vantagens

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Está chegando ao mercado o pneu XTZ2 275/70, um produto mais leve e de menor tamanho lançado pela Michelin para equipar exclusivamente semi-reboques.

Apesar de ser considerado um País rodoviário, que concentra uma das maiores frotas de caminhões do mundo, o Brasil tem apenas 9% de sua malha rodoviária formada por 1.744.433 quilômetros de estrada com asfalto. A idade média da frota é de quase 19 anos, enquanto a idade máxima ideal seria oito, e, para finalizar, o transporte é responsável pelo consumo de 57% do combustível, segundo dados de 2001.

É neste cenário do transporte que a Michelin saiu na frente e está disponibilizando para o mercado brasileiro pneus exclusivos para semi-reboques, cujas vantagens podem ser resumidas em menos material para sua construção, menor resistência ao piso e maior estabilidade do veículo, entre outros diferenciais, como o fato de não haver necessidade de trocar a roda do semi-reboque, porque a circunferência é a mesma.

Trata-se do pneu 275/70 R22.5 XTZ2 Série 70, um produto mais baixo e 10 quilos mais leve do que os pneus usados atualmente nos semi-reboques (295/80 R22.5), porém com a mesma capacidade de carga. Nour Bouhassoun, diretor de marketing e vendas para pneus de caminhões e ônibus da América do Sul, explica que o produto foi desenvolvido junto das transportadores de grãos do Estado do Paraná, e que a principal proposta da Michelin é oferecer um pneu exclusivo para semi-reboque, e desta forma ajudar os transportadores a reduzirem seus custos operacionais. Outro ponto é que o produto custa 10% menos que o modelo usado atualmente.

Ele acrescenta que o impacto de um pneu no consumo de combustível atinge até 33%, e que num semi-reboque de três eixos atrelado a um cavalo-mecânico, por exemplo, a cada três tanques de diesel consumidos um deles é utilizado para o veículo vencer a resistência dos pneus à rolagem. Diz também que um pneu com baixa resistência somado à manutenção correta e a ressulcagem, entre outros itens, são como soluções apresentadas pela Michelin para contribuir com o meio ambiente e também com a evolução do transporte no País.

Paulino Padilha, gerente de marketing do produto para caminhões e ônibus, acrescenta que com o lançamento de um pneu exclusivo para ser utilizado em semi-reboques a Michelin está inovando mais uma vez no Brasil. Ele compara a chegada ao mercado do 275/70 XTZ2 a outros lançamentos da empresa, como o pneu radial para veículos de carga em 1980 e o pneu sem câmara em 1990, tidos pela empresa como inovadores no mercado brasileiro.

Ainda de acordo com Paulino, os transportadores que testaram o pneu com um conceito mais baixo e mais leve aprovaram. Entre os comentários constaram que não houve mais desgaste irregular da banda de rodagem e melhorou a estabilidade do veículo e que o pneu ganha maior quilometragem na recapagem, porque recebe banda que aquece menos e com menor resistência à rodagem. “Menor no tamanho e maior nas vantagens”, finalizou. A Michelin considera a hipótese de reduzir ainda mais os pneus de semi-reboque, como já acontece em outros países, mas para isso acontecer será preciso melhorar, e muito, as estradas.

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